
A rotina política do Rio Grande do Sul tem sido de crise permanente no (des)governo Yeda. Quase que diariamente surge algum fato a manchar ainda mais o convalido governo tucano e a dúvida que esta colocada é: até quando este governo continuará?
Politicamente isolada, contando com o apoio fiel apenas de sua frágil base tucana e da RBS, o governo nunca esteve tão sem rumos e caminhando de forma decidida e irreversível para um abismo. Infelizmente esse abismo que a Yeda se encontra traz consigo enormes prejuízos para o estado.
Em nome de um suposto "deficit zero", a atual gestão tem feito na verdade uma ação de "zero investimentos", e com isso perde-se um tempo precioso para construir uma recuperação econômica do estado, ainda mais em uma conjuntura de crise global do capitalismo. Onde apenas o estado poderia salvaguardar os interesses da maioria da população. Como temos uma governadora defensora do "estado mínimo", segue aguardando por alguma solução mágica vinda do capital privado, que efetivamente não venho e nem virá.
Além da falta de norte político a corrupção é talvez a face mais escancarada que se coloca. As enumeras suspeitas e acusações envolvendo diversos integrantes do governo cada vez mais apontam para um envolvimento direto da Yeda no comando de um grande assalto aos cofres públicos.
A expectativa, seguindo o atual curso dos acontecimentos é de que este (des)governo não terminara o ano, é apenas uma questão de tempo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário