Na campanha eleitoral, Fogaça admitia que as gestões petistas na Capital haviam mudado a cara da cidade. Mas como precisava tornar deglutível aos porto-alegrenses uma mudança no comando do município, inventou um slogan que pregava “fica o que tá bom, muda o que não tá ”. E entre as poucas coisas que incluía no que não estava bom, Fogaça citava sempre a saúde. Prometendo acabar com as filas e garantir atendimento digno a todos, Fogaça escolheu para a área, “um nome acima dos partidos”. Este nome foi Pedro Gus, proctologista que já havia sido Diretor de Saúde Pública da Prefeitura de Porto Alegre, diretor da Associação Médica do RS, conselheiro do Cremers e até presidente do Sindicato Médico do Estado. Era, segundo Fogaça, “um homem de gestão” e havia provado sua competência no comando do Hospital de Clínicas. Acima de tudo, conforme o prefeito, Gus “tinha bom trânsito entre os colegas”. Esta característica foi reforçada porque ainda durante a campanha, assessorados pelo inopinável José Barrionuevo, alguns médicos criticaram muito as gestões petistas.
Fonte: RS Urgente
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