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José Maria Marin é preso na Suiça por esquema de corrupção na Fifa


José Maria Marin, cartola da FIFA e ex-presidente da CBF é preso na suíça. Famoso como embolsador de medalhas alheias, foi preso com mais uma turma de dirigentes corruptos da FIFA na Suiça, a pedido da justiça dos EUA, em um grande esquema de propinas envolvendo a entidade máxima do futebol.

De pedra a vidraça: RBS é investigada por esquema milionário de fraude


Eis que quem era pedra virou vidraça: A RBS e mais um punhado de grandes empresas estão diretamente envolvidas em um grande escândalo de corrupção.

A RBS, um dos principais grupos de mídia do país e afiliada da Rede Globo na Região Sul, é um dos alvos da Operação Zelotes, da Polícia Federal, que apura desvios de R$ 19 bilhões em impostos.

O escândalo HSBC e a liberdade de imprensa no Brasil



HSBC tem adotado a política de cortar anúncios de veículos que vinculem notícias negativas contra a empresa, principalmente a respeito do milionário escândalo de corrupção envolvendo sua filial suíça. Na Europa, o banco tem adotado esta política de forma radical para preservar a combalida imagem do banco.

Sabe-se que quase 6 mil ricaços brasileiros estão envolvidos na falcatrua,  no entanto, a lita com os nomes até agora é um mistério. Nenhuma rede de TV ou jornal divulgou a íntegra dos nomes.

Por coincidência, todos estes veículos (Globo, Folha, etc.) exibem anúncios do banco inglês.

Eis uma bela demonstração da liberdade de imprensa a pleno vapor no Brasil!
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Justiça à brasileira: Demóstenes Torres curte ano novo na Itália

Nada pode ser mais exemplar da parcialidade do judiciário brasileiro que esta foto acima. 

Por Eduardo Guimarães

Dois homens, duas acusações, dois pesos e duas medidas.
O ex-senador Demóstenes Torres foi flagrado mantendo relações com um chefe do crime organizado de Goiás. Há fartas provas materiais contra ele, inclusive gravações em que aparece se corrompendo.
Demóstenes foi flagrado por uma fonte deste blog desfrutando das delícias que o dinheiro pode comprar. A foto que o leitor vê acima foi tirada na cidade italiana de Firenze no primeiro dia deste ano.
José Genoino foi acusado de corrupção ativa e formação de guadrilha e condenado a 6 anos e 11 meses de prisão sem uma única prova material ou mesmo testemunhal. Para condená-lo, usaram a teoria de que seria “verossímil” que fosse culpado.

Solidariedade e PROS tem 45% dos seus deputados investigados criminalmente


Um dado que demonstra muito do perfil "ideológico" das novas siglas

Quase metade dos deputados federais que integram os dois novos partidos criados neste ano são alvo de investigações criminais no STF (Supremo Tribunal Federal). Dos 44 nomes do Pros e do Solidariedade (SDD), 20 respondem a inquéritos ou ações penais no STF - única corte que pode julgar crimes de deputados.

O SDD tem mais suspeitos: 13, contra 7 do Pros. A proporção de deputados das novas siglas com pendências na Justiça (45%) supera a média da Câmara (37%) apurada pelo site "Congresso em Foco".

As suspeitas vão de questões formais de prestação de contas de campanha a crimes investigados pela Polícia Federal, como os da operação Sanguessuga, de 2006, que apurou desvio de verbas na compra de ambulâncias.

Os inquéritos apuram se há elementos para abrir processos. Se entender que há indícios, o Ministério Público oferece ao STF a denúncia --pedido de abertura da ação penal. Se a corte acolher, o investigado vira réu e poderá ser condenado ou absolvido.

Também não os enquadram na Lei Ficha Limpa. Para ser ficha-suja, o político deve ter sido condenado em decisão colegiada (por mais de um juiz) ou transitada em julgado (quando não cabe recurso).

Não deixa de ser sintomático o fato de quase a metade dos deputados que migraram para a criação das duas novas siglas tenham suspeições criminais. Este é mais um fato de demonstra a urgência de uma Reforma Política em nosso país com uma constituinte exclusiva, afinal, como esperar com um congresso que possui esta atual composição, possa promover algum avanço político?
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Dois pesos, duas mídias: mensalão e propinoduto


A diferença no tom da cobertura do mensalão e da fraude em licitações do metrô é um exemplo concreto dos padrões de manipulações da grande imprensa brasileira.

Por João Monteiro

Em maio deste ano, a revista IstoÉ revelou que a empresa alemã Siemens foi ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para denunciar o pagamento de propinas à diferentes governos do PSDB em São Paulo e no Distrito Federal. Em busca de penas menores, a empresa também denunciou um esquema de cartel nas licitações públicas para a superfaturação das obras e serviços na rede ferroviária, e na compra e manutenção de trens e metrôs metropolitanos com as empresas Alstom , Bombardier, CAF e Mitsui.

A superfaturação das obras chega em 30%, com o valor de R$ 577 milhões. Porém, documentos mostram pagamentos de propinas a agentes públicos ligados aos governos Covas (1995-2001), Alckmin (2001-2006) e Serra (2007-2010), e se corrigido o valor, as cifras podem chegar a R$ 11 bilhões.

Há oito anos, no mesmo mês de maio, o escândalo do mensalão causou uma das piores crises políticas dos últimos anos. O PT se viu nas mãos da oposição. A mídia, por sua vez, decretou: “É o maior caso de corrupção na história do país”. No entanto, em poucas tecladas em uma calculadora é possível concluir: os valores do recente escândalo tucano, que vem acontecendo há 18 anos, são equivalentes a, no mínimo, 70 mensalões.

Globo é condenada a pagar mais de R$ 710 milhões à Receita Federal


A Globo Comunicação e Participações S/A (Globopar) perdeu recurso no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda e segue condenada a pagar, pelo menos, R$ 713 milhões à Receita Federal (RF). O valor seria resultado de amortização indevida no cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). 

Livro-bomba revela como FHC comprou sua reeleição


Um livro bombástico chega, neste fim de semana, às livrarias de todo o País. Trata-se de "O Príncipe da Privataria", lançado pelo jornalista Palmério Doria, autor do best-seller Honoráveis Bandidos, sobre o poder da família Sarney.Desta vez, o foco de Doria é lançado sobre um dos homens mais poderosos e cultuados do Brasil: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

No livro, o autor aborda as contradições do personagem e algumas manchas de sua biografia, como a compra da emenda da reeleição e a operação pesada para blindá-lo na imprensa sobre o filho fora do casamento com uma jornalista da Globo, que, no fim da história, não era seu filho legítimo.

Corrupção no metrô: Conta secreta na Suíça abasteceu propinoduto do PSDB


Documentos recebidos da Suíça pelo Ministério da Justiça comprovam a existência de uma conta bancária no país europeu para abastecer o propinoduto do governo do PSDB em São Paulo. Segundo reportagem publicada na edição desta semana da revista IstoÉ, a conta batizada de “Marília” movimentou o equivalente a R$ 64 milhões de reais (20 milhões de euros) entre 1998 e 2002, e garantiu o pagamento por lobistas a agentes públicos subornados para favorecer empresas envolvidas no esquema de cartel e corrupção no transporte público.

Escândalo do Metrô de SP: E se o partido fosse outro?


E se o partido fosse outro?

O comportamento cúmplice de setores da mídia com o tucanato paulista é assombroso. Se o esquema organizado de pilhagem do erário no metrô de São Paulo não tivesse o envolvimento direto do PSDB, mas de sim qualquer outro partido, qual seria a manchete do Estadão da última sexta (09/08), por exemplo? O compromisso com a informação fica escamoteado e esquecido frente a necessidade de tentar salvar a imagem do PSDB.

Esta postura francamente partidária e conservadora de setores da mídia, com honrosas exceções na mídia impressa, como as revistas IstoÉ e Carta Capital, tem se mostrado cada vez mais inútil. O esforço de tentar manipular a realidade, como forma de garantir os seus interesses corporativos e políticos, tem acelerado um processo de perda do monopólio da informação.

Não é a toa que a credibilidade do oligopólio midiático é cada vez menor. É por essa manipulação permanente da informação que hoje, 51% dos brasileiros se informam por meio de blogs e mídias sociais, como aponta a pesquisa do Reuters Institute da Universidade de Oxford, realizada este ano.

Se a velha mídia golpista seguir tentando encobrir e proteger o PSDB e suas principais figuras públicas envolvidas nestas denúncias de corrupção, poderá ver o que lhes resta de credibilidade naufragar definitivamente junto com o tucanato paulista.

O PSDB e a mídia complacente

A capa da Veja desta semana exemplifica essa complacência de parte da mídia com o PSDB

Por Jéferson Miola

Um escândalo monumental, que faria do PT uma terra arrasada, todavia não atormenta a vida dos tucanos. Por que eles contam com a complacência da sua mídia conservadora.

O Ministério Público paulista investiga a suspeita de prática de cartel em obras e manutenção da CPTM [Cia Paulista de Trens Metropolitanos] e do metrô de SP. São 45 inquéritos [uma metáfora com o número eleitoral do PSDB] em andamento desde 2008 para investigar crimes de improbidade administrativa e de lesão ao patrimônio público que ocorriam desde 1998. Perpassam, portanto, todas as gestões tucanas no Estado.

Quando vamos enfrentar os cartéis que tomaram conta de nossas cidades?


Por Raquel Rolnik


Há pouco mais de duas semanas a revista Isto É denunciou um esquema montado para desviar recursos das obras do metrô e dos trens metropolitanos de São Paulo há quase 20 anos. Uma das integrantes do esquema, a multinacional Siemens, assinou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, a fim de obter imunidade civil e criminal para revelar como diversas empresas se articulavam num cartel para ganhar as licitações da área de transporte sobre trilhos, superfaturar preços e desviar recursos das obras para distribuí-los entre os envolvidos. Segundo a Isto É, apenas em contratos com governos de São Paulo, “duas importantes integrantes do cartel apurado pelo Cade, Siemens e Alstom, faturaram juntas até 2008 R$ 12,6 bilhões.”

Com cinco anos de atraso, a Folha coloca Serra na manchete no escândalo do metrô



Serra deu uma patada atômica nos paulistas

Por Paulo Nogueira


Serra está, enfim, na manchete da Folha no caso das propinas do metrô.
O único problema é que é com cinco anos de atraso.
Em 2008, ele era governador quando as denúncias surgiram, trazidas do exterior. A Siemens recebera uma multa bilionária nos Estados Unidos por causa de subornos em vários países, incluído o Brasil.
Diz a Folha hoje: “Serra sugeriu à multinacional alemã Siemens um acordo em 2008 para evitar que uma disputa empresarial travasse uma licitação do metrô, de acordo com um e-mail enviado por um executivo da Siemens a seus superiores na época.”
Serra nega.

R$ 425 milhões é o rombo tucano no escândalo do metrô de SP


Trens e Metrô superfaturados em 30%


Por Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas


Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel.

Globo tem bens bloqueados por dívida com o Tesouro Nacional


Por Amaury Ribeiro jr. e Rodrigo Lopes

A Globopar, empresa ligada à TV Globo, está com parte de suas contas bancárias e bens bloqueados, devido a um dívida ativa de R$ 178 milhões com o Tesouro Nacional. De acordo com documentos conseguidos pelo Hoje em Dia na Justiça Federal do Rio de Janeiro, a dívida inscrita no cadastro de inadimplentes federais foi originada por várias sonegações de impostos federais.
Liberação

Por solicitação da Procuradoria da Fazenda Nacional do Rio de Janeiro, as contas bancárias da Infoglobo e a da empresa Globo LTDA também chegaram a ser bloqueadas. Mas os irmãos Marinho – Roberto Irineu, José Roberto e João Roberto – conseguiram autorização da Justiça para liberar o bens dessas duas últimas empresas no mês passado, na 26ª Vara da Justiça Federal do Rio de Janeiro.

Quadrinhos com a história do mega escândalo de "certa rede de TV"


Para quem ouviu falar pela web de um escândalo envolvendo uma certa emissora de TV que sonegou impostos e estaria devendo mais de R$ 600 milhões, mas não estava conseguindo entender direito como funcionou toda a tramoia e sua rede de crimes, chegou  "A história do mega escândalo" em quadrinhos para facilitar a vida e explicar como ocorreu um dos maiores golpes ao erário público da história recente do Brasil,

Rede Globo é investigada pelo MP por sonegação fiscal


Será que a Globo irá noticiar este fato de inegável relevância para o país?
Uma investigação preliminar irá apurar suspeitas de sonegação envolvendo a Rede Globo. O anúncio foi feito pela Procuradoria da República do Distrito Federal na última terça-feira (16) e os trabalhos haviam iniciado no dia anterior. A Globo é acusada de tentar sonegar impostos referentes à exibição da Copa do Mundo de 2002 e teria recebido uma multa de R$ 600 milhões por isso.
Também pesa sobre o conglomerado de mídia suspeitas de lavagem de dinheiro, crimes contra órgãos da administração direta e indireta da União, e estelionato.

Carlinhos Cachoeira tenta censurar professor de sociologia da UFG


professor de sociologia da Universidade Federal de Goiás (UFG)  Dijaci David de Oliveira está sendo alvo de interpelação judicial protocolada por Carlos Augusto Ramos, mais conhecido em todo o Brasil como "Carlinhos Cachoeira", aquele mesmo que foi alvo de duas CPIs e inúmeras denúncias de crimes. O motivo da ação de Cachoeira é um artigo publicado pelo professor na seção de opinião do diário “O Popular” em abril último.  A interpelação foi protocolada no dia 19 de abril, cinco dias após o professor ter escrito o artigo “Geografia do crime”.

Mesmo com toda a exposição pública sobre as atividades ilícitas comandadas por Cachoeira, sua influência política ainda é forte. 
Cachoeira se diz com a "moral agredida" pelo artigo. Entre os termos usados por Dijaci está "contraventor". Fica a pergunta: qual a ofensa de afirmar que alguém que foi condenado criminalmente é contraventor?

“Fim da corrupção”: opacidade, moralismo e hipocrisia


Por  Luciana Ballestrin 


Tanto no Império quanto na República, o discurso anticorrupção é velho na vida política brasileira. Nos dois períodos democráticos, presidentes foram eleitos com vibrantes discursos anticorrupção, do “varre, varre vassourinha” até a “caça aos marajás”.
No meio do caminho, a própria ditadura civil-militar elegeu o fim da corrupção e a derrota do comunismo como metas moralizantes. Hoje, no auge da politização e do amadurecimento democrático que atravessa o país, o discurso anticorrupção ganha força na mídia hegemônica e em cartazes nas manifestações que têm ocupado as ruas em diversas cidades brasileiras.
Tal como tem sido difundido e veiculado nos últimos anos no Brasil, defendo aqui que o discurso anticorrupção é vazio, podendo se tornar profundamente despolitizado. Elenco quatro razões principais na tentativa de fundamentar esta posição.