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Teologia, necrofilia e sustentabilidade



Por Wanderley Guilherme dos Santos

Em 16 de agosto, a então candidata a vice-presidente Marina Silva declarou ao jornal Estado de S. Paulo que não estava no jatinho em que morreu Eduardo Campos, segundo a reportagem, “por providência divina”. Foi sua primeira declaração sobre o acidente, repetida, com variantes, em todas as suas declarações posteriores.

Cartum: Pesquisa de "Boca de Túmulo"


Já estávamos habituados as famosas pesquisas de "boca de urna", nesta eleição se inaugurou a pesquisa de "boca de túmulo".

Autor: Vítor Teixeira
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As bizarras e absurdas reações a morte de Eduardo Campos


Morte de Campos: a tentativa ignóbil de transformar a tragédia em piada 

Por Leonardo Sakamoto

Nem bem a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos em um acidente aéreo, nesta quarta (13), foi confirmada e surgiram comentários com afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais.

Pessoas pedindo para que, no lugar de Campos, naquele jatinho, estivesse Aécio ou Dilma. Ou colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente.

Não, isso não é piada. Muito menos revolta contra a política.

Eduardo Campos morre em acidente aéreo


O presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE ) morreu na manhã desta quarta-feira em um acidente aéreo em Santos. O jato em que estava o político caiu na altura do número 136 Rua Alexandre Herculano, nas imediações do Canal 3, a cerca de sete quadras da praia. Não houve sobreviventes.

É lamentável a morte de Eduardo Campos. Toda a nossa solidariedade aos amigos e familiares.Uma tragédia que não deve ser usada politicamente, mas sim tratada com respeito e condolências.
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Dilma derrotaria no 1º turno Aécio, Serra, Marina e Eduardo Campos aponta Ibope


De acordo com a pesquisa Ibope realizada em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo, a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje e seus adversários fossem Aécio Neves, pelo PSDB, e Marina Silva ou Eduardo Campos,também oposicionistas, pelo PSB.

Em três dos quatro cenários avaliados pelo instituto, Dilma tem entre 39% e 41% das intenções de voto, o que representa mais do que a soma das preferências dos eleitores pelos adversários. Em apenas um dos cenários, com Serra e Marina na disputa, a disputa iria para o segundo turno.

No primeiro cenário, considerado o mais provável hoje, Dilma contra Aécio e Eduardo Campos —, a presidente teria 41%, o governador de Minas Gerais, 14%, e o governador de Pernambuco, 10%.

Com Marina no lugar de Campos, ela teria mais que o dobro dos votos dele, chegando a 21%. Mas Dilma praticamente não perderia eleitores: oscilaria de 41% para 39%. O mesmo aconteceria com Aécio, que passaria de 14% para 13%.

Se os concorrentes fossem Dilma, Serra e Campos, eles teriam 40%, 18% e 10%, respectivamente. A vantagem da petista sobre a soma dos adversários, neste caso, seria de 12 pontos porcentuais.

A presidenta aparece com 39% quando os adversários são Marina (21%) e Serra (16%) — neste caso, ela fica em situação de empate técnico com a soma das intenções de voto dos outros dois candidatos (37%).

Informações: Estadão
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