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Campanha busca eleger a FIFA como a pior empresa do mundo


Campanha denuncia entidade que reduz futebol a mercadoria, elitiza estádios e impõe obrigações exorbitantes a sociedades e países. 
A Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (ANCOP), rede que reúne 12 comitês em todas as cidades que terão jogos, lançou nesta semana a campanha “FIFA, aqui você não apita!”. O objetivo é eleger a FIFA como a pior corporação do ano de 2013, através do Public Eye Awards, conhecido como o “Nobel” da vergonha corporativa mundial.
Nos materiais da campanha são apresentados motivos para votar na FIFA: como a entidade põe governos e parlamentares de joelhos, viola direitos, explora nossa força de trabalho, desrespeita nossa cultura. Depois vai embora, com lucros bilionários para si e seus patrocinadores, ignorando todos os prejuízos deixados para a população dos países-sede. Mas no Brasil, algo novo aconteceu: durante a Copa das Confederações, a população se levantou contra uma série de absurdos, e um dos motivos foi justamente a atuação da FIFA em conluio com governos e empresas. Ainda assim, a federação continua tentando vender uma imagem de melhorias para os países-sede.
Para votar, leva só um minuto: Acesse http://publiceye.ch/pt-pt/case/fifa/
 
Veja o TUMBLR da campanha para eleger a FIFA como PIOR corporação do mundo! http://votefifa.tumblr.com/

Gosto muito de cães e gatos


Por Céli Pinto

Gosto muito de cães e gatos, e eles também parecem gostar de mim. Tenho o maior respeito pela maneira que estes animais vivem e se relacionam com os humanos. Da mesma forma não tenho dúvidas sobre a importância da luta pela preservação do meio ambiente, pela preservação da biodiversidade, pela luta contra os interesses mesquinhos dos grandes laboratórios. Mas uma pergunta não quer calar nas minhas reflexões: e os seres humanos que lugar eles ocupam neste cenário?

Demétrio Magnoli é chamado de “racista” por estudantes em debate na Bahia


Na manhã deste sábado (26), enquanto o geógrafo e sociólogo Demétrio Magnoli (colunista da GloboNews, Folha de SP, etc) debatia na Flica, um grupo de estudantes deu início a um protesto sob brados de ‘racista’ e ‘fora, Magnoli!’. O ato foi pautado pelas opiniões desfavoráveis de Magnoli com relação às cotas raciais.
Dois estudantes, seminus, se pintaram na frente do professor, causando tumulto e interrompendo o debate. Uma faixa a favor das cotas também foi estendida.
“Estamos aqui fazendo este ato por contra esse cara que é racista, é contra as cotas. E Cachoeira é terra de preto, remanescente de quilombo”, diz Amanda, estudante de jornalismo da UFRB.
A professora da UFBA, Maria Hilda Baqueiro Paraíso, que também compunha a mesa, tentou negociar com os estudantes, mas não obteve sucesso. Os seguranças presentes no evento não conseguiram conter o tumulto, que só se dispersou quando a produção do evento propôs uma reunião com representantes do movimento. A pauta será uma possível mudança do tema da mesa, de preferência para um que contemple a questão racial no Brasil.
Magnoli comparou os manifestantes aos fascistas de Mussolini e arrematou: “No poder, esse grupo fuzilaria os seus opositores”. Encerrada, a mesa deve retornar às 13h30, a portas fechadas.
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Protestos contra ação na Síria leva milhares às ruas no mundo


Cerca de 200 pessoas se reuniram na frente da Casa Branca, em Washington, neste sábado (7). Ali começou uma cruzada que, em efeito viral, foi seguida ao redor do mundo. "Nós somos contra à guerra", bradaram os manifestantes em referência à possível intervenção militar na Síria.


Além da capital norte-americana, Nova York, Los Angeles, San Francisco e outras metrópoles europeias e asáticas reuniram milhares de pessoas. "Eles dizem mais guerra, nós dizemos não" foi o grito oficial da marcha mundial, que acredita que uma novo ataque ao Oriente Médio seria "construído em uma mentira".

Como digerir Guantánamo?


"Mais quantos anos até Guantánamo fechar?"

Ativistas protestam em metrôs norte-americanos contra as graves violações aos direitos humanos praticadas pelo governo dos EUA na prisão de Guantánamo em Cuba.
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A novíssima consciência individual foi às ruas


Por Luiz Marques


Muito ainda vai se falar sobre as manifestações do Junho de 2013, no Brasil. Nelas, as redes sociais tiveram um importante papel na mobilização para as celebrações políticas da livre cidadania. Um vasto segmento populacional disse, alto e bom som, que não se sentia representado no Executivo, no Legislativo, no Judiciário ou na mídia nas três esferas federadas (municipal, estadual e federal). Tinha início a crise do Estado, que cobra uma reforma política através de um plebiscito.
           
Obviamente que a mídia, maior partido de oposição, aproveitou-se da situação para ressignificar os protestos e canalizá-los contra o governo central e o PT. Pesquisas mostraram que o  intento foi em parte bem sucedido. Mas nenhum expoente contrário ao projeto em curso alçou-se como candidato favorito nas próximas eleições presidenciais. Dilma segue no páreo, com reais chances de emplacar a reeleição, exceto se a economia desandar, a inflação fugir ao controle e o desemprego aumentar tornando dramática a sobrevivência de famílias já bastante endividadas.
            
Aqui, no entanto, gostaria de chamar a atenção, não para o sentido político geral das manifestações, o que tentei em outro momento (“Desafios da conjuntura”), mas para um elemento que está a configurar o que se pode denominar de novíssima consciência individual. Esse texto busca uma aproximação inicial com o tema, abordado sobretudo pelos teóricos pós-modernos.

Segunda-feira é dia de Marcha pelas Árvores em Porto Alegre



A Justiça liberou na última quinta-feira o corte, pela prefeitura de Porto Alegre, de 115 árvores localizadas ao lado da Usina do Gasômetro, para dar continuidade à obra de duplicação da Avenida Beira Rio. Mas os movimentos que barraram a derrubada das árvores não pretendem desistir tão facilmente da luta para preservá-las. Os Amigos da Gonçalo de Carvalho, o Centro de Estudos Ambientais, o Comitê Latino-Americano, a Defesa Pública da Alegria, o Coágulo Criações – Coletivo de Cultura, PoA em Movimento, Agapan, APEDeMA e o Ocupa Árvores – Acampamento de resistência estão convocando uma Marcha pelas Árvores para esta segunda-feira (20), uma Defesa Pública das Árvores. A manifestação está sendo convocada por uma página especial no Facebook e outras organizações podem se somar a ela ainda neste final de semana. A marcha deve iniciar às 18h, em frente à prefeitura da capital. O manifesto da Defesa Pública das Árvores afirma:
Em nome de interesses privados, a Prefeitura promete massacrar os 115 “vegetais”, substituindo-os por asfalto. A Prefeitura se recusa a apresentar alternativas ao projeto e promete recomeçar os cortes o quanto antes. Além da perda ambiental, a obra vem retirar da população um espaço de encontro e convivência, dificultando a circulação de pedestres.
Indo na contramão das novas políticas internacionais de mobilidade urbana, o poder municipal aposta na falsa sensação de que a duplicação de grandes vias é a solução para os problemas de congestionamento, o que muitas vezes pode confundir aqueles que enfrentam esta dificuldade diariamente. Frente aos inúmeros pareceres de urbanistas que afirmam o quanto a duplicação da via é uma estratégia equivocada, percebe-se que a obra é ligada diretamente aos interesses das construtoras e da indústria automobilística e não à vontade e necessidade popular.
Porto Alegre, nossa maltratada cidade, já teve que LUTAR muito para salvar o pouco do seu patrimônio histórico e ambiental que ainda está de pé. Em 1975, ousamos lutar e ousamos vencer na luta pelas árvores da Faculdade de Direito. Na mesma década a mobilização popular evitou a demolição do Mercado Público e da Usina do Gasômetro (que ocorreriam devido a outras obras estúpidas de incentivo ao uso do carro). Há pouco, tão pouco que esse sopro ainda nos enche os pulmões, a população foi às ruas em massa e barrou mais um aumento criminoso da passagem.
Seguiremos construindo a tradição libertária desta cidade, que luta por ser mais que um porto e quer ser um Porto Alegre. Nesta segunda-feira marcharemos com nossos tambores da Prefeitura ao Gasômetro, para que o poder público municipal saiba o que o povo quer. Este ato é aberto a todos os coletivos e movimentos que quiserem se somar! Esta luta não é de poucos, é de todo um povo. Ousando lutar, ousaremos vencer!

Quem são os proprietários do Brasil?



Entidades que monitoram proprietários do Brasil pedem contribuição

Qual é a estrutura de poder econômico dos grupos privados que atuam no país? Quais são os atores que acumulam maior poder nesta estrutura, e qual a relação entre os mesmos?

Qual o grau de influência desta estrutura de poder, invisível, sobre as decisões do Estado quanto ao rumo do desenvolvimento e as políticas econômicas?
Como o Estado se relaciona e alimenta esta estrutura de poder e quais as contrapartidas desta relação para o bem-estar da sociedade?

É com o objetivo de responder a estas e a outras perguntas que construímos o ranking “Proprietários do Brasil”.

O ranking foi elaborado a partir da construção de um sistema de informação inédito que mede o poder econômico não apenas por meio da receita destas empresas mas também do controle, da propriedade sobre ações ordinárias (com direito a voto) que uma empresa possui de outras empresas e o quanto isso aumenta sua capacidade de influenciar os investimentos do Estado brasileiro (clique aqui para entender como se calcula o IPA - Índice de Poder Acumulado).

Não se pode falar de um verdadeiro Estado de Direito Democrático se a sociedade não conhecer as estruturas de poder econômico do setor privado e suas influências nas orientações de estratégia econômica e de desenvolvimento do Estado brasileiro. Ainda mais quando sabemos que as ações de empresas e bancos de maior capital acumulado, por estarem comprometidos com o lucro, impactam negativa e brutalmente na vida social, econômica, cultural e ambiental do país.

O Ranking Proprietários do Brasil mostra que o capitalismo brasileiro tem rosto, nome, sobrenome e endereço. O ranking expõe o controle da propriedade destes grupos por poucas empresas e pessoas, através de estruturas complexas e ramificadas de participações societárias. O ranking traz as intrincadas redes e cadeias de conglomerados, holdings, instituições financeiras, empresas especuladoras e outros CNPJs que nada produzem, chegando finalmente aos controladores últimos por trás das empresas que fazem parte de nosso dia-a-dia, os verdadeiros donos do Brasil.

Queremos contribuir para dar visibilidade e concretude à indecente concentração de renda e poder que marca a vida social e econômica do país, justificada pelo consenso criado e propagado de que tais empresas e seus donos produzem riquezas para o Brasil, através da geração de empregos e por levarem o “desenvolvimento” e o “progresso” para os locais em que atuam.

Almejamos que o ranking Proprietários do Brasil forneça informações que auxiliem a luta das comunidades e pessoas atingidas pelas ações danosas dos poderosos grupos econômicos hegemônicos no Brasil, seja pelo desrespeito às condições de vida e trabalho dignas, seja pela destruição ambiental. Também temos a pretensão em subsidiar as instituições de pesquisa interessadas em desvelar a estrutura do poder. Concebemos o ranking como instrumento de luta concreta dos diversos movimentos sociais e organizações por mais democracia no nosso país. Neste sentido, o ranking fornece informações e revela de que forma o capital está organizado, estruturado e agindo no país e como suas ações impactam no cotidiano da população brasileira. Com esta ferramenta é possível, por exemplo, identificar os verdadeiros agentes por trás de violações de direitos humanos e dos passivos sociais e ambientais.

As conexões entre o Estado e os grupos privados, forjadas historicamente, alimentam uma elevada concentração de poder econômico, como revela o ranking. Ele nos mostra que por detrás de famosos nomes de empresas e do emaranhado de cadeias de controle há pessoas. Pessoas que as lideram e planejam suas ações, e que, em muitos casos, são apoiadas fortemente pelo Estado Brasileiro, através de financiamentos subsidiados, como, por exemplo, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e benefícios fiscais e tributários por governos municipais, estaduais e federal. Por meio do ranking identifica-se também a presença do Estado na estrutura societária dos grupos privados através de participações das empresas estatais e de seus fundos de pensão no capital de muitos destes grupos.

Temos o direito, como cidadãs e cidadãos brasileiras/os, de exigir a democratização do uso dos recursos públicos e seu controle social, tendo acesso a informações sobre onde e como os mesmos são aplicados.

A atual cortina de fumaça que recobre a estrutura de poder econômico no país, normalmente isenta estes que se portam como proprietários do Brasil de qualquer responsabilidade sobre os danos sociais, econômicos, culturais e ambientais gerados pelas ações das empresas que controlam. O ranking, ao expor estes atores, busca contribuir com a democratização da economia, com a transparência da relação entre Estado e mercado e com a responsabilização dos “proprietários do Brasil”.

A produção do ranking é apenas o primeiro passo na construção do portal proprietariosdobrasil.org.br como um espaço coletivo para o compartilhamento de informações, análises e denúncias sobre quem são e como atuam os controladores do poder econômico no país. O Instituto Mais Democracia e a Cooperativa EITA convidam a todos que compartilham dos princípios e objetivos que orientam este trabalho a se aliarem, desde já, na construção deste espaço. De nossa parte, o próximo passo será constituir, por meio do financiamento colaborativo, uma plataforma online interativa sobre os proprietários do Brasil, com filtros que facilitem o acesso ao banco de dados do ranking exposto neste portal.

Precisamos de seu apoio! Para ver o ranking, acesse: http://www.proprietariosdobrasil.org.br

Para apoiar e receber em troca materiais da campanha e o CD do El Efecto, acesse:
http://catarse.me/pt/portalproprietariosdobrasil

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Campanha latinoamericana por Estados laicos


Estados laicos, prioridade latinoamericana
A Rede Latinoamericana de Católicas pelo Direito de Decidir lança campanha pelo Estado Laico no 12º Encontro Feminista, que acontece em Bogotá, Colombia.

“Creio na liberdade de consciência.

Creio no direito de decidir.

Creio na separação das Igrejas e do Estado."

Com este “Credo”, Católicas pelo Direito de Decidir lançaram neste dia 24 de novembro, durante o 12º Encontro Feminista Latinoamericano e do Caribe, uma grande campanha pelo Estado Laico, uma das reivindicações fundamentais para as feministas e para todos que respeitam os direitos humanos. Dirigida a ativistas, organizações, setores públicos, academia, meios de comunicação e público em geral, a campanha prevê uma série de materiais e a difusão de idéias muito importantes. “A laicidade do Estado é garantia imprescindível para o exercício de liberdades cidadãs e dos direitos humanos nos marcos da democracia.”
As ativistas católicas querem que a campanha se multiplique, alcançando outras organizações e que seja reconhecida pelo público, com a difusão de argumentos éticos religiosos. “O credo dentro do catolicismo é uma forma de exprimir princípios fundamentais”, diz Yury Orozco, colombiana residente no Brasil, e uma das organizadoras da ação. “Queremos sacar recursos e argumentos da própria Igreja Católica, então re-significamos esse Credo, com reivindicações que são fundamentais como a liberdade de consciência. A campanha é importante para CDD, porque defendemos políticas públicas que garantam direitos para a cidadania em geral e não para uma moral particular”.
Para Elba Nuñez, coordenadora regional do CLADEM, “essa campanha traz um aporte revolucionário para nossa região, pois a ausência do estado laico impede avanços, como a educação não sexista; o mínimo que conquistamos, hoje estamos retrocedendo”. Elba refere-se à recente ofensiva de grupos fundamentalistas no Paraguai que impediu a concretização de projeto de educação sexual nas escolas. Outras denúncias de ações dos fundamentalistas no continente foram registradas, como no Brasil, Nicarágua, México.
Idealizada há cerca de um ano, a campanha ora lançada, “surgiu da necessidade, é um problema muito profundo e sentido pelas mulheres da nossa região”, disse Sandra Mazo, de CDD na Colombia. “Surgiu de vermos nossos Estados tão vinculados à Igreja Católica e com isso a grande limitação de nossos direitos humanos”.
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Tribunal de NY obriga Twitter a entregar mensagens de ativista do Occupy



Por Marina Mattar


O Tribunal Criminal de Manhattan, em Nova York, decidiu que o Twitter deve autorizar o uso de informações contidas nas mensagens de um membro do movimento Occupy Wall Street em processo por "comportamento impróprio" contra ele. 

O juiz Matthew Sciarrino aprovou a intimação do Ministério Público da cidade feita aos administradores do microblog que determina que a empresa deve entregar “toda e qualquer informação, incluindo endereços de e-mail bem como todos os tweets publicados no período entre 15/9/2011 e 31/12/2011".
Com a decisão, anunciada nesta segunda-feira (02/07), a Justiça ganha acesso não apenas aos tweets de Malcolm Harris, mas também a outras informações privadas, como seu endereço de IP e conta de e-mail, que devem ser utilizadas como provas no processo criminal. 
O ativista é acusado de "comportamento impróprio" por ter supostamente participado de uma manifestação do movimento Occupy Wall Street na Ponte de Brooklyn, que reuniu cerca de 700 pessoas em outubro de 2011. 
A administração do Twitter foi contra a posição da Promotoria norte-americana e argumentou que os usuários da rede deveriam usufruir de privacidade com base na quarta emenda constitucional. “A Constituição te dá o direito de postar, mas como inúmeras pessoas aprenderam, ainda existem consequências para as postagens públicas”, respondeu o juiz Sciarrino em sua decisão. “O que você escreve publicamente pertence ao domínio público. O que você mantém para si mesmo pertence a você”. 
No início do ano, o ativista entrou com uma moção para anular a intimação da Promotoria, que foi revogada por Sciarrino em abril. O juiz argumentou que Harris, e todos os usuários da rede, concordaram com os termos de serviço do Twitter que determina que as informações publicadas online pertencem à empresa. 

Policial joga spray de pimenta em manifestantes do Occupy Wall Street no ano passado
O Twitter foi utilizado por ativistas do Ocuppy Wall Street para organizar protestos e alertar uns aos outros sobre as ameaças de repressão. Os promotores de Nova York consideram que os tweets são uma prova de que os manifestantes já revelavam intenção de infringir as leis.
O pedido de acesso da Justiça a informações dos usuários da rede social para utilizar em processos criminais não é novo. 
Em iniciativa própria, o Twitter lançou nesta segunda-feira (02/07) o primeiro relatório de “transparência” providenciando informações aos seus usuários sobre as informações requeridas por diferentes governos. Segundo o relatório, desde o começo do ano, o site recebeu 849 pedidos, dos quais 679 foram do governo dos EUA. 
“O governo não deve ser capaz de obter essa informação sensível e constitucionalmente protegida sem mandado e sem satisfazer a Primeira Emenda constitucional”, disse Aden Fine, advogado do grupo União Americana pelas Liberdades Civis. 
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Quatro manifestantes anti-nucleares acorrentam-se junto aos trilhos na cidade de Hitzacker, na Alemanha, para impedir a chegada de um trem, que traria 11 barris de material nuclear para depósito nas proximidades.


Foto: Christian Charisius/Efe
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